13 de fevereiro de 2014

2 Meses de Rodrigo


Ontem foi dia de consulta, 5.500kg e 58 cm, um Homem com H maiúsculo.
Foi dia de levar a primeira dose de vacinas e... chorou que nem um desalmado. O pai foi connosco mas não quis entrar no consultório por causa das vacinas, a Gabriela virou as costas quando o doutor lhe deu as "picas". A mim já me custou menos, em relação ao primeiro filho, mas mesmo assim... filho sofre... mãe sofre.
Hoje acordou com febre e rabugento, mas nada de que um supositório e um bom sono não tenham já curado o "dói-dói".
Está um querido. Tem boa mobilidade e já consegue controlar algum tempo a cabeça erguida.
Agora aguarda-nos nova consulta aos 4 meses.

21 de janeiro de 2014

O parto (12.12.2013)

(Foram 2 horas, nem tanto). 

No dia 10 lá fui eu toda contente para a consulta de ginecologia para ver como andava o embutido. 
Quando chego faço o controle e fico a saber que as últimas análises acusaram que o ferro estava bastante baixo e que precisava de uma infusão. A infusão é feita quando me fazem o ctg e passado cerca de 45 minutos sou reencaminhada para a consulta ao que o médico me pergunta porque é que o bebé ainda não tinha nascido? Respondi-lhe com um sei lá, ao que ele me responde que temos de o apressar porque queria passar o Natal em casa e não numa sala de partos. Obrigada, também eu, respondi. Fez-me o toque e constatou que tinha já 3 cm de dilatação, e que provavelmente iria nascer nessa semana.
Dois dias depois, às 08:30 lá volto eu para nova consulta, novo ctg e mais uma dose de ferro. Novo toque e 5 cm de dilatação. O médico pergunta-me se não sinto dores e eu respondo que não. Apenas que tinha vindo a perder um pouco de sangue, mas mesmo muito pouco, desde o último toque. 
Diz-me que o mais sensato e seguro é ir para a clinica nesse mesmo dia. Telefona para lá e diz-me para me apresentar na clinica por volta das 11h.
Telefono ao Paulo para vir para casa e aproveito para passar na Kindergarten para avisar a Gabriela que ia para a clinica porque o mano iria nascer naquele dia. Disse-lhe que tinha de ir para a casa de uma amiga e que depois o papá a iria buscar. Ela ficou delirante e eu a chorar. Bem queria parar mas não conseguia, ter de a deixar, talvez o receio... não sei bem. Sentia-me num enorme misto de emoções, alegria e tristeza. Tudo num turbilhão de sentimentos.
Vim para casa pegar nos sacos e esperei pelo Paulo. Às 11h dávamos entrada na clínica. Ainda esperamos cerca de 10 minutos que a enfermeira parteira nos viesse buscar . 
Fomos reencaminhados para um quarto onde estive cerca de 30 minutos, até ela me rebentar a bolsa e me provocar as dores. Em seguida fomos para a sala de partos, onde pouco tempo depois as dores surgiram, cada vez mais regulares e intensas. 
Novo toque, 8 cm de dilatação.
Eu já arfava com a intensidade e nem pedi epidural porque sabia que não ma dariam, o ginecologista tinha deixado isso bem claro durante a gravidez. Ai era o que mais  me saía da boca. 
Quando o meu ginecologista entra pela porta sei que está na hora, e a parteira também já não me largava. Mandava-me fazer força mas eu já não a tinha. O Paulo esteve sempre ao meu lado a dar-me coragem mas sinceramente nesta altura queremos tudo menos ouvir as pessoas falarem. Sentia que o Rodrigo estava a chegar mas só queria que aquela dor horrível acabasse. Quando o médico me diz para respirar e fazer uma pausa grito que estava quase e nesse momento senti um alívio tão grande. O meu pequenino tinha nascido. Eram 13h03m, com 3.610 kg e 51cm. Um bebé grande diziam, mas para mim era tão pequenino e indefeso. Chorou que se fartou, mas isso era muito bom sinal.
Uma vez mais, fomos invadidos por aquele amor desmedido, que não se consegue descrever. E tudo ao nosso redor deixa de fazer sentido.

13 de janeiro de 2014

Desdentada

É oficial mas não foi espontâneo. 
Caíram os dois primeiros dentinhos de leite dela, os inferiores centrais, mas com a ajuda do dentista.
Já me tinha apercebido de um ligeiro inchaço nas gengivas, na zona interior dos dentes, mas nada me fez lembrar que eram já dois dentes a querer nascer. Pelo contrário, como não percebo nada do assunto, ainda pensei que os dentes estavam a preparar-se para cair. 
O pai é que os descobriu. Dois dentes já bem à vista. E os de leite nem sinal de abanarem. Nada. 
Resolvi então marcar uma consulta no dentista e lá a fui preparando para a dita. Expliquei que iria tirar dois dentes e blablablá... e ela estava apavorada. 
No dia da consulta começou a choramingar, não queria ir porque ia doer. Tentei explicar que só doía um bocadinho e que podia confiar em mim. O certo é que estava aterrada mas portou-se como uma verdadeira princesa. Sentiu só a picada da anestesia, mas o dentista foi muito atencioso e ela descontraiu. Ainda se riu bastante quando os dois dentes saltaram (um de cada vez) para o cabelo dela, estavam tão presos que o dentista teve de forçar bastante.
No final disse-me que não tinha doído nada e ainda teve direito a um presente do dentista. No dia seguinte descobriu que a fada dos dentes  lhe tinha feito uma visita e que trocara os dentinhos por dinheiro. Uma grande querida é o que é, a fada dos dentes.

12 de janeiro de 2014

29 de dezembro de 2013

Actualizações precisam-se... mas eu ando tão cansada...

O Rodrigo já nasceu. No dia 12 de Dezembro às 13h03 com 3610kg e 51cm.
E pronto, por agora é isto. 

11 de dezembro de 2013

O dicionário dela

- Mãe, posso gravar uma folha?
- Podes o quê?
- Gravar uma folha. E já liguei a gravadora. É só mesmo uma folha, prometo.
(A gravadora é a impressora)

- Gabriela hoje levas o lanche num saco de plástico pequeno, dentro da mochila porque não cabe na caixinha.
- Yes, Assim posso ir para o jardim bombar o saco.
- Bombar? O que é isso.
Pensa um bocado - Estourar o saco, dentro da sala faz muito barulho por isso só no jardim. Como uma bomba.

Gabriela a divertir-me (e muito mais) desde 2007.


6 de dezembro de 2013

Parabéns meu amor


E esta imagem já tem 6 anos. Um dos dias mais felizes da nossa vida. O primeiro de muitos, sem sombra de dúvida.
Parabéns para ti borboleta.